GENESIS12: 9-15


Abraão chega ao Egito – Fase IV

V-9.
Betel não ia ser o lar permanente de Abraão, portanto dali ele foi andando de um lugar para outro, sempre na direção sul da terra de Canaã, uma região sujeita a secas freqüentes. Era o caminho para quem vai ao Egito.

Havia fome naquela terra: por ser uma região semi-árida, as colheitas eram escassas, e as pastagens secavam impedindo a alimentação dos animais.

V-10.
No pouco tempo que Abraão estava na terra prometida, uma grande fome o obrigou a deixá-la.
A presença desta fome precisamente quando Abraão entrou na terra, foi uma prova adicional de sua fé. Deus devia ensinar-lhe lições de submissão, fé e paciência.

Encontrando-se no sul de Canaã, para Abraão lhe pareceu mais natural ir ao Egito, o país da abundância, a procura de sustento, do que ficar em Canaã e continuar depositando sua fé em Deus

O maior de todos os santos pode cair. Vitórias passadas não é uma garantia de vitórias futuras. Cada prova necessita de um exercício novo da fé.


Na Bíblia, o Egito simboliza o mundo. Assim como Abrão, muitos crentes são tentados pelas atrações do mundo, que parece oferecer um estilo de vida agradável e se esquecem da santificação necessária aos que pertencem a Deus.

V-12.
Quando ia chegando ao Egito, Abrão temeu por sua vida devido à beleza de sua mulher Sara.

_ Escute Sara! Você é uma mulher muito bonita, e quando os egípcios a virem, vão dizer: "Essa aí é a mulher dele." Por isso me matarão e deixarão que você viva.

Os egípcios eram muito poderosos e temidos. O homem de grande fé se viu agora atropelado por um grande medo.

Então sua precaução tomou o lugar de sua fé e de sua inteligência.

_ Diga, então, que você é minha irmã.

Já que ela era sua meio irmã, sentiu-se justificado em pedir a ela que se fizesse passar como sua irmã.

Como podia pensar em protegê-la mais eficazmente como sua irmã do que como sua mulher?

_ Então se pensarem que você é minha irmã, por sua causa, eles me deixarão viver e me tratarão bem.

Assim acontece com freqüência, elaboramos planos supostamente "inteligentes" e sem a interferência de Deus.

V-14.
Quando Abrão chegou ao Egito, os egípcios viram que Sarai, a sua mulher, era, de fato, muito bonita.

Como podia Sarai ser tão atraente com a idade de 65 anos?

Devemos lembrar que no tempo de Abraão a duração da vida humana era duas vezes o que é hoje, e Sarai que morreu na idade de 127 anos, estava, portanto, só na flor da idade.

Sabe-se que os faraós tinham preferência pelas mulheres estrangeiras de pele mais clara e sempre que conseguiam moças líbias, hititas, mesopotâmicas e palestinas as levavam para o harém real.

V-15.
Alguns altos funcionários do rei do Egito também a viram e ficaram loucos por ela. Por isso ela foi levada para o palácio do rei.

Um pecado leva a outro. Se Abraão tivesse ficado em Canaã, onde Deus o enviou, não teria sido tentado no Egito.

Em Cristo!
 

Gênesis 12:6-8

Vale de Siquém

Abraão acampa em Canaã

V-6.
Abrão atravessou o país até que chegou a Siquém, um lugar santo, onde ficava a árvore sagrada de Moré.

Situada na entrada oriental de um estreito vale rodeada pelos morros Ebal e Gerizim, ocupava um lugar estrategicamente importante. É um lugar deserto hoje em dia, chamado Balatah.

Balatah

Quando Abram entrou na terra de Canaã, o Egito exercia uma grande influência sobre seus vizinhos Cananeus

Canaã dependia economicamente de Egito, que tinha representantes reais em suas principais cidades.

Esses funcionários vigiavam os interesses econômicos do Egito e serviam como conselheiros aos governantes locais Cananeus.

Esta era a situação política que Abraão encontrou em Canaã.

Provavelmente Abraão esperava encontrar uma terra desabitada, cujos pastos não teriam que repartir com outros povos.

Encontrando-se como estrangeiro no meio de um povo estranho, Abraão não podia considerar a terra como própria para possuí-la realmente. Isto o podia fazer só por fé.

V-7.
Ali o SENHOR apareceu a Abrão e lhe deu a terceira revelação:

_ Eu vou dar esta terra aos seus descendentes.

Após uma longa e árdua viagem, Abraão chegou à terra que lhe tinha sido prometida como lar para ele e para sua posteridade, para encontrá-la ocupada por Cananeus.

Uma mensagem que confirmasse as promessas dadas em Ur e em Harão lhe daria a segurança de que a posse da terra se faria efetiva no tempo e na forma em que Deus o dispusesse.

Precisava-se fé para crer que os Cananeus, agora organizados em cidades poderosamente fortificadas, sairiam de sua terra e a deixariam a um velho homem sem filhos.

A evidente improbabilidade da realização de tal promessa , seria uma difícil prova da fé para Abraão.

Naquele lugar Abrão construiu um altar a Deus, pois ali o SENHOR havia aparecido a ele.

O altar ali levantado e os sacrifícios oferecidos davam depoimento do Deus do céu e protestavam silenciosamente contra a idolatria desse lugar.

Assim Abraão prometeu publicamente lealdade ao verdadeiro Deus.

Sendo o líder de uma grande família, também sentiu uma responsabilidade para com seus servos de ensinar a eles o conhecimento mais perfeito do Deus a quem ele servia.

V-8.
Diante da necessidade de campos de pastoreio frescos, Abraão se deslocou de Siquém aproximidamente 30 km chegando à região de Betel e ali armou o seu acampamento.

Betel

Também nesse lugar Abrão construiu um altar e adorou o SENHOR.

Onde quer que Abraão acampava, levantava um altar e realizava um culto público para os membros de sua família e para os vizinhos pagãos.

O culto era provavelmente singelo, pois consistia essencialmente em oração.

Muitas pessoas mantêm sua fé em segredo, temerosos de confessá-la, mas não Abraão. Ele foi o primeiro missionário.

Seus altares, espalhados pelo campo de Palestina, converteram-se em monumentos recordativos do único Deus verdadeiro.

Em Cristo!
 

Gênesis 12:3-5


Abraão chega em Canaã - Fase III

V-3.
Deus prometeu Abraão uma amizade especial. Iria abençoar os que o abençoarem e amaldiçoar os que os amaldiçoarem.

A bênção que lhe foi concedida um dia uniria às famílias divididas da terra, e mudaria a temível maldição pronunciada sobre a terra, devido ao pecado, transformando-a numa bênção para todos os seres humanos.

V-4.
Então Abraão aos setenta e cinco anos, obedeceu ao apelo do Senhor, sem reclamar das condições que teria que enfrentar após sua partida.

V-5.
Abraão era um homem próspero, sua riqueza consistia principalmente em grandes rebanhos de gado e manadas de ovelhas.

Mas sua prosperidade de nenhuma maneira foi um obstáculo para sua vida de comunhão com Deus.

É verdade que com freqüência a riqueza se torna um obstáculo na vida de quem a possui de tornar-se qualificado para o reino de Deus

Quando uma pessoa próspera financeiramente se apresenta como vaso nas mãos de Deus, e usa a riqueza que lhe foi confiada para a honra de Deus e para o seu reino, então a riqueza é uma bênção e não uma maldição.

Saindo da região de Harã, a grande caravana foi movendo-se lentamente para o sul, esta viagem lhe significou uns 720 km.

A terra de Canaã incluía a Palestina, a Fenícia e a Síria meridional (ver com. de cap. 10: 19).

Abraão se estabeleceu na parte meridional de Canaã - Nas cidades de Siquem, Hebron e Gerar.

Em Cristo;
 

 

Gênesis 12:1,2


O Chamado de Abraão – Fase II

V-1.
Daqui a adiante Abraão é o herói da narração do Gênesis.
Mais espaço é dado para Abraão do que para a criação do mundo.

O que estudamos até agora, é em muitos aspectos uma introdução ao restante da Bíblia.

Em Gênesis 12, vemos um grande avanço na história da redenção, quando Deus escolhe e chama Abraão.

O Senhor desejava levantar uma nação separada, pela qual, ele iria realizar o seu plano para a salvação da humanidade.

Esta é a primeira revelação dada por Deus a Abraão;

Certo dia o SENHOR Deus disse a Abrão:

_ Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa do seu pai..

A ordem de Deus era que Abraão rompesse completamente com o passado. Não só tinha que sair da terra dos dois rios, Mesopotâmia, más também renunciar a sua família, para não voltar nunca mais.

Sua vida iria mudar quando deixasse esta bela terra e cruzasse a Síria e Palestina. Ao invés de férteis terras de pastoreio, encontraria uma região montanhosa e seca.

Ao invés de viver entre as tribos semíticas a que pertencia e que eram muito civilizadas, estaria vivendo entre tribos de um nível cultural inferior.

Para um jovem não é difícil, sair de seu país natal com pesar, mas para um homem de 75 anos era uma decisão nada fácil.

E o cumprimento desta ordem divina se complica quando Deus informa;

_ Vá para uma terra que eu ainda lhe mostrarei.

Não sabia para onde estava indo, más confiava plenamente no Senhor. Que exemplo de fé!!!

V-2.
Deus anuncia agora a recompensa que teria por deixar sua família e seu lar.

_ Os seus descendentes vão formar uma grande nação.

Sem dúvida Abraão se perguntou como poderia Deus cumprir esta promessa já que sua esposa era estéril.

_ Eu o abençoarei, o seu nome será famoso...

A verdadeira grandeza devia resultar do acatamento das ordens de Deus e da cooperação com seu propósito divino.

Os construtores de Babel queriam ter fama pelo "nome" desafiando a Deus e, no entanto não sobreviveu nenhum de seus nomes.

Por outro lado, Abraão por obedecer a Deus ganhou fama e tornou seu nome conhecido no mundo inteiro.

Ainda hoje em dia o nome Abraão é comum como nome pessoal, e incontáveis milhões de Judeus, Maometanos e Cristãos, como vimos na reportagem do Fantástico, o consideram retrospectivamente como seu progenitor espiritual.

_ E você será uma bênção para os outros.

Esta promessa incluía tanto bênçãos temporais como as espirituais.

Em Gálatas 3:8, o apóstolo Paulo nos diz que todas as nações foram abençoadas por intermédio de Abraão.

Na próxima postagem a Fase III.

Em Cristo;
 

A Fantástica Jornada de Abraão

Olá Blogueiros apaixonados pela palavra de Deus!

Acompanhem esta excelente matéria apresentada no Fantástico, sobre o caminho que percorreu Abraão em sua jornada até Canaã.

 

Gênesis 11: 27-31

A Jornada de Abraão - Fase I

V-27.
Aqui começa a história de Abraão, figura histórica que aparece muito tanto no velho, como no novo testamento.

Moisés narra a história da humanidade só até este momento. Daqui em diante, a palavra de Deus se refere quase exclusivamente à história de um só povo: o povo elegido de Deus. No resto do AT, só se comentará de outras nações, quando estas se envolverem com o povo de Deus.

Menciona-se aqui pela primeira vez Ló, devido ao papel que iria ter como colega de Abraão.
Abrão (como era chamado no começo), nasceu, cresceu foi educado e casou-se na cidade de Ur, da antiga Caldéia.

V-28,29.
Ur era uma cidade importante na antigüidade, conforme escavações feitas por arqueólogos: a cidade florescia nos tempos de Abrão, tinha um comércio ativo com as regiões circundantes, e uma vasta biblioteca de livros feitos de cerâmica.

As ruínas de Ur se encontram mais ou menos entre Bagdá e o golfo Pérsico.
Escavações em Ur

Quando Abraão viveu nela, a cidade possuía uma cultura excepcionalmente elevada. As casas estavam bem construídas e pelo geral tinham dois andares. A cidade tinha um sistema de esgoto eficaz, melhor do que o de algumas cidades atuais desse país.

O elevado nível cultural de Ur no tempo de Abraão demonstra que ele passou sua juventude numa cidade de refinada cultura, e sem dúvida era um homem bem educado.

Também Abraão deve ter estado familiarizado com a vida religiosa de Ur, que era politeísta como o demonstram as escavações.

Grande Zigurate de UR
Somos informados neste versículo da morte do pai de Ló, o que explica o motivo de ele estar com a família de Abraão.

V-30.
Abraão casa-se com Sarai que era estéril. Esta declaração antecipa a grande importância da esterilidade de Sarai na prova de fé de Abarão.

V-31.
Abraão deve ter atingido a maioridade numa cidade que era um dos centros mais altamente civilizados e progressistas daquele tempo.

Terá pai de Abraão saiu de Ur dos Caldeus com toda a sua família em direção à Canaã.
Porque Terá, tomou a decisão de mudar-se para um lugar tão distante de Ur? Aproximadamente 2.4000 quilômetros?

A mudança, poderia ter sido apenas uma questão de negócio, ou talvez tivesse alguma coisa a ver com a morte do filho mais velho. Fosse qual fosse à razão, o fato é que eles se mudaram.

Após caminhar mais de 1.000 km, fizeram uma parada na metade do caminho entre Ur e Canaã, no norte da Mesopotâmia (veja no mapa acima). Não se dá a razão para esta interrupção da viagem, mas pode ter sido ocasionada pela paisagem atraente da região, ou mais provavelmente pela idade avançada e a saúde debilitada de Terá.

Más o significado desta parada vamos discutir no capítulo 13.

Os vales do Balik e do Quebar contêm férteis campos de pastoreio. É possível que toda a região estivesse muito pouco povoada e parecia oferecer mais possibilidades de aumentar a riqueza da família do que em Canaã.

Portal de entrada em Harã
Terá acampou com sua família neste lugar que mais tarde chamaram de Harã, uma homenagem a seu filho pai de Ló, que tinha morrido em Ur. E foi neste lugar que Terá morreu aos 250 anos.

Em Cristo;
 

Gênesis 11:10-26

A Genealogia de Abraão

V-10-26.
Moisés agora se ocupa em relatar a linhagem de Sem, cuja apresentação foi interrompida pelo relato da confusão das línguas.

Esta é uma continuação da lista do povo elegido de Deus que começou em Adão e parou em Noé. Moisés apresenta agora a genealogia da linhagem patriarcal desde Sem até Abraão.

Apesar de ser uma leitura monótona, esta genealogia é importante para mostrar que as profecias divinas são verdadeiras.

Sem ela nós não teríamos como provar que Cristo é descendente de Sem como vemos, Lucas 3:34-38. Ao que saibamos, nenhuma outra pessoa do mundo é capaz de apurar sua genealogia tão longe na antigüidade.

Note que o tempo de vida começou a encurtar após depois do dilúvio, baixando de 950 (Noé), para 175 (Abrão).

Quando chegarmos a Moisés veremos que em seu tempo ele considerava que a idade máxima era 100 anos (ele viveu 120).

Abrão significa pai exaltado, o progenitor do povo especial de Deus; mais tarde foi alterado ligeiramente para Abraão, que significa pai de multidão.

Segundo cálculos feitos, ele nasceu no ano 1.996 a.C., o que coloca a criação no ano 4.004 a.C.;

Nada se diz sobre a fidelidade a Deus das pessoas mencionadas nesta passagem, mas lemos em Juizes 24:2 que Terá adorava outros deuses.
Abrão porém era fiel, e Deus o escolheu e o tirou do meio idólatra em que se encontrava - a sua fé, comprovada pela sua obediência, o salvou.

A partir desta passagem Deus deixa de lado a humanidade em geral (os gentios), e através de Abrão Ele milagrosamente cria e educa um povo a fim de mostrar os padrões de conduta perfeitos que Ele requer do Homem: ninguém porém consegue atingi-los salvo o Seu Filho, que Ele depois enviou ao mundo para redimi-lo.

Em Cristo;
 

Gênesis 11:7-9

A confusão

O uso do plural "desçamos" indica a participação da trindade divina.

O SENHOR não podia permitir que essa rebelião contra Ele proliferasse dessa forma, e então introduziu uma barreira, que se provou muito eficaz para freiar o progresso da humanidade: ele confundiu a linguagem de cada um, de forma que não podiam se entender entre si.

Isto foi realizado com eficácia fazendo com que diferentes famílias falassem diferentes idiomas, e desta forma se espalhassem pela terra.

A incapacidade de entender o um o idioma do outro os levou a desconfianças e divisões e os que podiam entender-se entre si formaram pequenas comunidades.

Quantas vezes na história, Deus interceptou os homens que queriam organizar o mundo através de um governo central (Napoleão e Hitler são exemplos disto).

Mesmo hoje, a variedade de idiomas impede os ditadores de alcançarem o controle do mundo.

Ainda hoje vemos esse conceito de dominação e unificação do mundo em nossa cultura. O cinema, por exemplo, retrata constantemente, os vilões sonhando em dominar o mundo.

Más no final dos tempos o anti cristo se aproximará deste propósito.

A humanidade agora está novamente se reunindo em torno de um idioma; o inglês, de uma moeda; o dolar, o euro, propulsionada pela ciência e a cibernética, sem dúvida outro sinal de que o fim desta era está próximo.

Em Cristo;
 

Gênesis 11:4-6


A Torre de Babel

V-4.
O plano original de Deus era que os homens se espalhassem pela superfície da terra e a cultivassem (cap. 1: 28).

Satanás começa aqui a traçar um plano de edificação de uma cidade, justamente o oposto do plano de Deus. Esta cidade foi conhecida mais tarde como Babilônia.

Nesta cidade eles começaram a construir uma grande Torre, que seria um templo religioso e um lugar de adoração a satanás.

A intenção era que ali fosse o centro da política e da união religiosa. (Estes templos torres são chamados de "ziggurats" pelos arqueólogos e foram freqüentemente construídos nas épocas antigas.

No vale entre os rios Tigre e Eufrates têm sido encontradas diversas ruínas de torres de tijolos construídas milhares de anos atrás semelhantes à torre de Babel.

Templos Ziggurats próximos a região do Iraque




A concentração dos seres humanos sempre fomentou a ociosidade, imoralidade e outros vícios.

As cidades sempre foram focos de delinqüência, pois em tais ambientes Satanás encontra menos resistência a seus ataques que nas comunidades menores onde as pessoas vivem em estreito contato com a natureza.

Assim seria a cidade da Babilônia pós Babel, com um Ziggurat ao centro.
Os homens quiseram edificar uma cidade com a esperança de encontrar nela a segurança mediante a obra de suas próprias mãos.

Uma torre alta lhes daria proteção, devido ao medo de que seus maus caminhos atraíssem de novo uma catástrofe.

Esqueceram que a verdadeira segurança vem só de confiar em Deus e obedecer-lhe.

V-5
Deus notou o progresso dos homens e a intenção de satanás, então desceu para pesquisar seus planos ímpios e para derrotá-los.

V- 6.
O SENHOR disse:

_ Essa gente é um povo único, e todos falam uma só língua e isso facilitará seu progresso. O que eles estão fazendo é apenas o começo. Logo serão capazes de fazer o que quiserem.

Este era o primeiro passo de um plano maligno do inimigo para reger o mundo.

Isto exigia uma ação pronta e decisiva para advertir aos homens do desagrado de Deus e para frustrar seus projetos ímpios.

Em Cristo;
 

Gênesis 11:1-3


A construção das cidades.

V-1
Cerca de um século após o dilúvio os descendentes de Noé tinham a mesma pronunciação e o mesmo vocabulário.

V-2
Atendendo aos sinistros planos de satanás, todos os que renegaram de Deus não aceitaram viver ao lado dos que permaneceram leais ao Criador. Por isso os maus se separaram dos bons.

Partiram para o ocidente, instalaram-se em uma planície entre os rios Tigre e Eufrates e decidiram construir uma cidade.

Esta era uma região bem regada e fértil.

A pá dos arqueólogos revela que essa terra esteve densamente povoada nos tempos históricos mais remotos.

As escavações também demonstraram que a população mais antiga da baixa Mesopotâmia possuía uma cultura elevada.

V- 3.
Escrevendo para os hebreus de Egito, país de majestosos monumentos e edifícios públicos de pedra, Moisés explica que nesta região se usou tijolos, devido à falta de pedras e abundancia de argilas.

Esta região que mais tarde se tornaria a Mesopotâmia, sempre foi uma terra de construções de tijolos, como tem provado a arqueologia.
A palavra hebréia traduzida aqui "asfalto" tem exatamente esse significado, ou o de betume.

Nesta região o que mais tem é petróleo e seus derivados, e existiam muitos poços de asfalto na proximidade da Babilônia.

Tendo descoberto que o asfalto é durável, os primitivos construtores babilônios o usaram na construção de edifícios.

O asfalto cola tão bem os tijolos, que é quase impossível separá-los das ruínas antigas em cuja construção se usou asfalto.

Com esta descoberta, havia sido dado então o primeiro passo para a contrução de uma torre que teria a pretenção de chegar até o céu.

Este detalhe, como muitos outros, comprova a exatidão histórica e geográfica da narração do Gênesis.

Em Cristo;
 

Gênesis 10


Origem das Nações

O capítulo 10 contém em sua maior parte, genealogias das primeiras famílias, das quais descende toda a população do mundo.

Estes capítulos são os únicos documentos antigos que relatam as origens das raças, línguas, e divisões geográficas.

A autenticidade deste capítulo, foi questionada por alguns críticos da Bíblia que o qualificam como um documento posterior baseado numa informação defeituosa ou fantasiosa. No entanto, descobertas recentes atestam de sua validez.

Sem este capítulo nosso conhecimento sobre as origens e relações das diversas raças seria muito menos completo do que é.

Através dos três filhos de Noé, a terra foi repovoada. Aqui temos este relato deixado para posteridade:

A. Os Descendentes de Jafé - versículos 1-5.

Dele vieram os Gregos, e as várias nações Européias.

B. Os Descendentes de Cão - versículos 6-20.

Os filhos de Cão foram os primeiros que construíram as grandes cidades e impérios. O Egito antigo foi também fundado por um dos filhos de Cão (Misraim).
Deles vieram também os Africanos e Etíopes.

Nos versículos 8-9, nós temos um breve relato de um homem que talvez tenha sido um dos mais influentes mortais que satanás influenciou na história da humanidade: Ninrode. Ele foi o o fundador da falsa religião. Ele literalmente organizou o mundo contra Deus, e sua influência infelismente está muito viva ainda hoje.

C. Os Descendentes de Sem - versículos 21-32.

Sem significa "nome" e foi aquele de quem o povo Judeu, e finalmente o Messias vieram ao mundo.

Nos versículos 21 e 24, encontramos o bisneto de Sem, "Éber". Éber foi o pai da nação Hebraica [Gênesis 14:13].

Não podemos afirmar, mas imaginamos que todos os povos antes de Babel falavam na língua hebraica.

Em Cristo;
 

Gênesis 9:18-29

O pecado de Noé

V-18-23
Temos aquí o relato de um episódio que se seguiu, e que teve conseqüências funestas para os descendentes de um dos netos de Noé.

Noé era um lavrador (como Adão, e Caím, no início). Com sua habilidade, ele plantou uma vinha, eventualmente colheu uvas, espremeu seu suco, e este fermentou tornando-se em vinho alcoólico.

Dentro da sua tenda, experimentou deste vinho, porém não se conteve com um cálice e bebendo demais, ficou embriagado. Sentindo muito calor começou a tirar suas roupas a ponto de ficar completamente nú e desorientado.

Quando seu filho Cão entrou na tenda, viu a nudez do pai.

Só que o rapaz não se conteve com um olhar rápido e acidental, mas contemplou-a com satisfação e escárnio, humilhando seu pai, e foi contar aos seus irmãos que estavam fora.

Estes mostraram respeito, entraram e cobriram seu pai sem olhar para ele.

V-24-29
Quando Noé recuperou o conhecimento e a razão, soube o que tinha sucedido durante seu sono, quando perguntou quanto à razão da vestimenta que o cobria, soube do comportamento de Cão, ele ficou indignado.

Nesta época Cão tinha um filho chamado Canaã. Os traços ruins de Cão parecem já terem sido manifestos nele. Então, ao invés de a maldição cair sobre Cão e todos os seus descendentes caíram sobre Canaã. Ele e seus descendentes foram amaldiçoados com a escravidão.

A maldição de Noé não foi pronunciada como resultado de um ressentimento, más como uma profecia.

A profecia não coloca a Canaã em particular nas correntes de um destino férreo.

Meramente é uma predição do que previu Deus e anunciou por meio de Noé.
Provavelmente Canaã já seguia nos pecados de seu pai e esses pecados chegaram a ser um rasgo tão marcado no caráter nacional dos descendentes de Canaã, que posteriormente Deus ordenou sua destruição.

No futuro os Cananeus seriam dominados e escravizados por Israel e muitas nações de gentios.

Sem é Abençoado - Sem foi o pai dos povos orientais, incluindo Abraão e o povo Judeu. Perceba que a benção de Sem está associada a Deus. Através de Sem vieram todos os Judeus e seus profetas, e finalmente o Senhor Jesus Cristo. Canaã deveria ser servo deles.

Jafé é Abençoado - Jafé foi o pai dos povos nórdicos ou Europeus.

A Bíblia foi escrita por inspiração de Deus. Em sua completa integridade, ela expõe os erros dos melhores homens. Os livros escritos pelos homens têm a tendência de esconder os pecados e fraquezas daquelas pessoas que são admiradas.

Não importa quanto tempo nós temos de convertidos, ou quão fiéis nós temos sido a Deus, temos que ser vigilantes.

Em Cristo;
 

Gênesis 9:5-17


Uma nova aliança entre Deus e o Homen!

V-5,6.
Antes do dilúvio, a pena de morte não era permitida [Gênesis 3:14-15]. Deus reservou a Si mesmo o direito de julgar o homem que cometesse suicídio e o homicídio. Infelizmente o homem encheu a terra com uma violência incontrolável.

Após o dilúvio, Deus autorizou e de fato exigiu o exercício da pena de morte. A razão pela qual um assassinato exige tão séria penalidade é explicada pelo fato de que o homem foi criado à imagem de Deus.

O homem não pode dar a vida e, portanto não tem direito a tirá-la. Ninguém que esteja em posse de suas faculdades mentais e morais, e que, portanto seja responsável de seus atos, pode escapar do julgamento de Deus, nem mesmo o homem que volta sua mão contra si mesmo. Na ressurreição cada indivíduo aparecerá diante do tribunal de Deus para receber o que merece.

V-7-10.
Antes do dilúvio, não havia chuva sobre a terra . A primeira experiência do homem com a chuva foi durante o julgamento universal.
Imagine o medo daqueles que vieram da Arca, ou como se sentiam aqueles que mais tarde ouviram a respeito do dilúvio, quando começava a chover.

A fim de aliviar este temor, e como um sinal da promessa de Deus de não destruir mais a terra com água, foi feito um arco nas nuvens para servir como memorial deste pacto.

V-11.
Este assumia a forma de uma promessa divina. Algumas regiões poderiam ser devastadas e homens e animais varridos por centenas de milhares, mas nunca teria outra vez uma destruição universal da terra por um dilúvio.

V-12,13.
O arco-íris é uma espécie de penhor, concreto, visível, de que Deus fez essa promessa. Este é outro indício que, antes do dilúvio, não havia chovido e o arco-íris era agora uma novidade, vindo com as chuvas.

O arco Iris é produzido pela refração e a reflexão da luz do sol através das gotas de água em suspensão.

O Arco Iris

V-15-17.
O arco Iris, um fenômeno físico natural, é um símbolo adequado da promessa de Deus de não voltar a destruir a terra mediante um dilúvio.

Já que as condições climáticas seriam diferentes depois do dilúvio, e na maioria das partes do mundo as chuvas teriam a função de umedecer a terra, convinha que Deus utilizasse algum meio para aquietar os temores dos homens cada vez que começasse a chover.

Dessa maneira o arco Iris é para o crente a evidência de que a chuva trará bênção e não destruição universal.

João viu em visão um arco Iris que rodeia o trono de Deus (Apoc. 4: 3). O homem contempla o arco Iris para lembrar a promessa de Deus, mas Deus mesmo o contempla para lembrar e cumprir sua promessa.

Este pacto entre Deus e Noé pôs ponto final aos acontecimentos relacionados com a catástrofe maior do que esta terra jamais tenha experimentado.

Era hora, portanto de se realizar um novo começo. Já que tinham sobrevivido ao dilúvio só membros fiéis e obedientes, tinham razão para esperar que o futuro apresentasse um quadro mais feliz do que o passado.

Após terem sido salvos pela graça de Deus do máximo cataclismo imaginável, poderíamos esperar que os descendentes de Noé se beneficiassem em todos os séculos futuros com as lições aprendidas do dilúvio.

Em Cristo
 

Gênesis 9:1-4

Deus abençoa Noé e sua Família

V-1.
Noé e sua família receberam uma bênção que foi similar à pronunciada para Adão e Eva após sua criação, a de frutificar e multiplicar.

Porém a outra parte não vos foi concedida.

Em Gênesis 1:28 Deus mostrou ao homem que a terra foi criada para o seu proveito. Portanto, ele deveria dominar, ou em outras palavras, utilizá-la em seu benefício.

Em Gênesis 9:2, é acrescentado, que para a proteção do homem, o temor dele estaria presente em todos os animais.

Já que o pecado, com suas conseqüências, tinham acabado com o vínculo de obediência da parte dos animais para com o homem, Deus afirma que só pela força ele poderia dominar sobre eles, mediante esse "medo" que Deus agora colocou nos animais. A natureza tinha ficado apartada do homem.

É um fato que os animais se retiram sempre que avança a civilização humana. Mesmo as feras, a menos do que se as provoque, geralmente fogem do homem antes que o ataque.

Uma nova dieta

V-3.
O dilúvio tinha mudado tão completamente a forma externa da terra e tinha diminuído sua fertilidade até o ponto de que em algumas regiões, tais como as do extremo norte, não produziriam suficiente alimento vegetal para sustentar a raça humana.

Surgiu uma emergência à que Deus fez frente dando permissão para comer a carne de animais além de verduras e frutas que originalmente tinham sido destinadas como alimento do homem.

O sangue

V-4.
Entretanto, havia uma restrição para que não se comesse os animais vivos, ou animais cujo sangue não tivesse sido exaurido.

Deus estava começando a incutir no homem o respeito pelo sangue. A vida da carne está no sangue [Levítico 17:10].

A maioria dos sacrifícios levíticos exigiria o derramamento de sangue [Levítico 17:11].

Isto tudo estava os preparando para entender a redenção através do sangue de Cristo (Apocalipse 5:9).

Em Cristo;
 

Gênesis 8:15-22

Noé sai da arca

V-15-18.
Depois que a arca repousou sobre as montanhas de Ararate, começou para Noé um tedioso lapso de espera que durou mais de sete meses.

Com muita freqüência poderia ter sentido Noé que Deus tinha esquecido a solitária arca e seus ocupantes naquela montanha.

Felizes virtudes gêmeas são a fé e a paciência! Com que alegria deve ter escutado Noé a voz de Deus que lhe ordenava que saísse da arca.

Noé e sua família saíram quando um anjo desceu do céu e abriu a porta da arca, a mesma porta que tinha fechado um ano antes.
Os animais seguiram o exemplo de Noé, saindo da arca em ordem, cada um segundo sua própria espécie.

V-20.
A primeira atitude de Noé logo após sair da arca, foi preparar um culto a Deus.
V-21-22
A satisfação de Deus pela atitude de Noé e a forma em que aceitou a oferenda de Noé, apresentam-se numa linguagem muito humana. A resposta divina ao fervente culto de Noé foi à decisão de;

1.Não tornar a amaldiçoar a terra por causa do homem. (O homem é mal-intencionado desde sua mocidade).

2.Não tornar a ferir todo vivente, como havia feito.

3.Enquanto durar a terra (o que abre a possibilidade de acabar) os tempos, estações e dias continuarão existindo.

Deus também nos mostra nestes versiculos que a natureza depravada do homem não pode ser corrigida pelo julgamento. O coração do homem será o mesmo em todas as épocas.

Somente a salvação em Cristo pode mudar a natureza do homem. A promessa de Deus foi baseada somente em sua graça através de Cristo.

Deus ainda teria um povo eleito e remido pelo sangue de Cristo, por isso permite que o mundo continue a existir até os dias de hoje, enquanto o propósito da graça é realizado.

Em Cristo;
 

RÉPLICA DA ARCA DE NOÉ

Homem Constroi a Arca de Noé (na dimensão exata que consta na Bíblia) Réplica da Arca de Noé Inaugurado em Schagen, Países Baixos

A grande porta central do lado da Arca de Noé foi aberta para a primeiro grupo de curiosos de gente da cidade apreciar a maravilha.

A Arca tem 150 côvados de comprimento, 30 côvados de altura e 20 côvados largura. Modelos de tamanho natural de girafas, elefantes, leões, crocodilos, zebras, bisontes e outros animais saudam os visitantes à medida em que eles vão chegando.

Huibers fez a maior parte do trabalho com suas próprias mãos, utilizando ferramentas modernas e com a ajuda ocasional de seu filho, Roy. A construção começou em maio de 2005.

Huibers, que é cristão, disse que espera que o seu projeto vá renovar o interesse pelo Cristianismo na Holanda, onde a igreja encolheu dramaticamente nos últimos 50 anos.

Gênesis 8:7-14


A paciência de Noé

V-7-12.
Aproximadamente depois de dez meses após a aparição dos cumes das montanhas, Noé estava ansioso para conhecer até onde se tinham secado as águas e se podia abandonar sem perigo o refúgio da arca. Noé abriu a janela e soltou um corvo, esta ave imunda segundo a lei de Moisés, não teve dificuldade em encontrar alimento fora da arca, mas voltava à noite para dormir.

Depois continuou seu teste utilizando uma pomba. Esta ave éra, limpa segundo a lei de Moisés, não poderia encontrar alimento enquanto as ervas não brotassem.

Uma semana mais tarde, a pomba se manteve afastada todo o dia, mas voltou pela tarde com uma folha de oliveira.

Noé reconheceu na folha de oliveira uma evidência de que a terra devia estar quase seca e que cedo poderia sair da arca.

Uma semana mais tarde, a pomba não voltou o que demonstrava que a condição da terra permitia sair da arca.

V-13,14.
Noé e sua família permaneceram na Arca durante mais de um ano, até que a terra finalmente ficou seca.Sem dúvida, Deus os manteve confinados para o próprio bem deles. Era necessário aguardar um tempo até que as plantas crescessem para alimentar os animais. Além do mais, a lama seria perigosa, e até mesmo um risco para a saúde da maioria dos tripulantes da Arca.

Nas nossas frustrações, vamos lembrar que Deus sempre faz o que é melhor para nós.

Depois de retirar a cobertura da arca, tendo a terra já secado, Noé com sua família e seus animais esperou ainda vinte e sete dias antes de sair: será que a porta continuava fechada do lado de fora, e só Deus podia abri-la?

Em Cristo;
 

Gêneis 8:1-6


As águas começam a baixar.

V-1-3
Lembrou-se Deus de Noé: não quer dizer que Ele se tivesse esquecido, como algum frágil ser humano.

A arca e sua preciosa carga estavam sob a proteção de Deus e, chegada a hora, Deus prontamente providenciou o início da vazante daquele imenso dilúvio usando de um vento poderoso: o vento não somente aumentaria a rapidez da evaporação, como conteria ou dissiparia as nuvens que se formavam, interrompendo as chuvas.

Também fecharam-se as fontes do abismo, o que pode significar a gradual modificação da crosta terrestre, separando os continentes, aprofundando os mares e levantando as cordilheiras, processo que ainda continua hoje. Assim Deus modificou a terra para que não acontecesse novo dilúvio geral, mas que as chuvas viessem periodicamente, e que houvesse as estações do ano, donde podemos entender que também o eixo do planeta em relação ao plano de sua órbita em volta do sol foi inclinado, como está hoje

V-4-6.
Parece que Deus nunca está com pressa. Suas obras exigem nossa paciência. Ao invés de secar a terra em um só dia, Deus permitiu que as coisas ocorressem por etapas. Seis meses após o início do dilúvio, eles finalmente vieram a repousar em algum lugar nas montanhas do Ararate.

Lentamente as águas recuaram, e após três meses, a primeira porção de terra foi avistada.

O lugar da localização tradicional, o moderno Monte Ararate, tem dois cumes: uma de 5.165 m e a outra de 3.746 m.

Este era um lugar ideal para que repousasse a arca enquanto baixavam as águas, e foi deste local que os sobreviventes do dilúvio se espalhariam por todo o mundo.

Em Cristo;
 

Gênesis 7:18-24

A morte chega a toda humanidade

V-18
Quarenta dias se passaram e as águas não paravam de subir. As pessoas, desesperadas abandonavam suas casas deixando tudo para trás, e fugiam para se refugiar nos lugares mais altos. Porém de nada adiantava, as águas continuavam subindo.
Seria apenas uma questão de tempo, a morte estava em seus calcanhares.

Nos vers. 17 e 18 se menciona duas vezes que a arca foi levantada e "boiava".

O fato de que ela navegasse com toda segurança "sobre a superfície das águas" proporcionou a todas as gerações futuras a segurança da capacidade de Deus para salvar aos que confiam e lhe obedecem.

A mesma água que serviu para destruir aos ímpios sustentou com toda segurança à fiel família de Noé.

Para Deus nunca lhe falta recursos para salvar aos seus; no entanto não devemos esquecer que é de sua vontade que exercitemos ao máximo a inteligência e o vigor que ele nos deu. Deus preservou milagrosamente a arca, mas fez que Noé a construísse.

V-21-24.
Aos que ainda lutavam para fugir da morte, sobrara a imagem horrível dos corpos mutilados de animais e pessoas boiando, e os gritos de socorro dos que ainda insistiam na sobrevivência.

A palavra "todo" é usada seis vezes nestes versículos, está acompanhada com uma lista detalhada das diferentes formas de vida: "aves", "gado", "bestas", "réptil que se arrasta" e o "homem". O uso reiterado do vocábulo "todo" deixa mais enfática e trágica a narração.

Como mencionado na postagem anterior, o dilúvio foi de ordem universal. A terra toda foi coberta com pelo menos 6,5 metros de água. Nenhuma criatura que respirava, sobreviveu fora da Arca. Que ocasião terrível foi esta!

Emquanto o mundo desabava lá fora, Noé estava seguro na Arca, isto nos faz lembrar daqueles que hoje estão seguros em Cristo. A arca também nos faz lembrar de Cristo, nosso salvador.

Nós merecemos o inferno e a ira de Deus, mas por causa de Cristo, estamos protegidos. Deus não somente nos chamou para a Arca da salvação, como também nos trancou em segurança dentro dela.

Em Cristo;
 

Gênesis 7:11-17

O dilúvio global

V-11.
Começou a chover densa e incessantemente. A terra, que nunca antes tinha experimentado os efeitos da chuva , subtamente foi inundada por enormes massas de água.
Simultaneamente se abriu a crosta terrestre, permitindo que massas de água vindas do oceano explodissem na superfície, produzindo estragos e inundando partes da terra que até então tinha estado secas.

Havia também uma quantidade muito maior de água na atmosfera. O dilúvio resultou de um cataclismo em que grande parte da água da atmosfera caiu, e as águas contidas no único oceano se derramaram sobre a terra seca (os geólogos sabem que todos os continentes pertencem a um só bloco original, comprovando o relato bíblico). Naquele tempo provavelmente não existiam as cordilheiras que temos agora.

Esse cataclismo durou quarenta dias e ao fim desse período toda a terra estava debaixo d'água.

V-16.
Deus fecha a porta da arca. Esta declaração faz ressaltar a natureza milagrosa dos acontecimentos do dilúvio. Este ato divino significou também que o tempo de graça da raça caída tinha chegado a seu fim.

V-17.
A descrição dos vers. 17 aos 20 invalida a crença de que o dilúvio foi um fenômeno local ocorrido apenas no vale da Mesopotâmia.

Um evento tão grandioso como o dilúvio de Noé teria certamente deixado evidências para serem descobertas hoje. Por exemplo, alguém esperaria encontrar bilhões de criaturas mortas enterradas pela água na lama e na areia, (que endurecem até virar rocha) como as que são encontradas no mundo todo?

Milhares de ossos de dinossauro podem ser encontrados onde eles foram reunidos violentamente pelas águas do Dilúvio, sendo enterrados no meio da lama, da terra e das rochas.
Muitos dos animais foram estraçalhados e seus ossos quebrados e amontoados. A lama e a areia ficaram duras como concreto para formar as grandes camadas de rochas fossilizadas que descobrimos hoje.

Um rápido soterramento seria a única maneira possível para que tantos dinossauros e outras coisas pudessem ser fossilizados do jeito que os cientistas os encontram. Animais e plantas só se fossilizarão se forem enterrados profunda e rapidamente - antes que os predadores, a decomposição e o tempo os destruam.

Há restos de fósseis espalhados no mundo todo. Esse fato, e a profundidade em que são encontrados (normalmente a 800 metros), mas, algumas vezes, a cinco quilômetros, indicam que houve uma violenta fonte de formação de fósseis.

O dilúvio não somente provocou a formação de fósseis nas regiões mais baixas da Terra, mas também em grandes altitudes. Além disso, abriu crateras e cavernas, formou grandes desfiladeiros e empilhou rochas enormes.

Os efeitos do dilúvio universal relatado na Bíblia podem ser visualizados através dos fósseis encontrados nas camadas de rochas sedimentares ao redor do mundo.

Um trecho do "Grand Canyon" do rio Colorado, nos E.U.A., resultado da provável ação das águas do dilúvio.

Insetos fossilizada em âmbar

Peixes fossilizados
A universalidade desta catástrofe é também comprovada pelas lendas acerca do dilúvio preservadas nos povos de quase cada raça do planeta.

O Dilúvio foi algo tão espantoso que se torna quase impossível listar todos os relatos sobre este acontecimento que estão registrados em documentos e lendas antigas espalhados até nos mais remotos recantos do mundo.

Este acontecimento pode ser visto em tradições milenares da Índia, China, Egito e México,tribos africanas e índios americanos também demonstram conhecer o fato de que um dia o mundo esteve submerso nas águas.

Superficialmente podemos listar cerca de 250 lendas e narrativas do mesmo Dilúvio, todas em contextos culturais diferentes com enormes similaridades entre elas.

No Brasil, o historiador Henrrera, especialista em tradição indígena latino-americana, documentou narrativas de alguns grupos indígenas que contam a história de um velho homem que sabendo que haveria uma grande inundação sobre a terra, construiu um grande barco colocou nele vários animais e sua família e acabou sendo o patriarca de uma nova raça humana.

A Bíblia é suprema em suas verdades e estas verdades nunca serão invalidadas pela ciência humana

Em Cristo;
 
POSTADO POR.
PR.HIPOLITO CESAR
 
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